A Reforma Tributária tornou o cClassTrib e o CST obrigatórios em cada item da nota. Nossa plataforma audita isso automaticamente nos seus XMLs e aponta exatamente o que corrigir — antes que vire rejeição, autuação ou imposto pago a mais.
IBS e CBS entram no lugar dos tributos antigos sobre consumo, com uma lógica nacional e padronizada.
Cada item passa a exigir o CST-IBS/CBS e o cClassTrib, conforme a Nota Técnica 2025.002.
O cClassTrib aponta para um artigo da LC 214/2025 — é ele que define se há tributação integral, redutor ou alíquota zero.
Errar o cClassTrib deixou de ser detalhe: é ele que define o imposto e os créditos de cada operação. Um código inconsistente pode rejeitar a nota, fazer a empresa pagar imposto a mais ou virar passivo fiscal lá na frente. Conferir isso manualmente, item a item, em milhares de notas, é simplesmente inviável.
Você envia os XMLs das notas. A plataforma lê cada item, compara o cClassTrib e o CST informados com a base de regras da reforma, identifica o que está validado, o que merece alerta e o que está errado, aponta o redutor correto e entrega um relatório com nota de conformidade — pronto para enviar ao cliente.
cClassTrib inconsistente com o CST gera rejeição e a nota nem chega a ser autorizada. A partir de agosto, isso para a sua emissão.
O enquadramento define o valor do tributo e os créditos. Deixar de aplicar redutores (cesta básica, Anexo VII) é dinheiro perdido.
Classificações incorretas não barram a nota agora, mas ficam registradas e podem gerar questionamentos quando a cobrança começar.
A própria Receita aponta vantagem competitiva para quem ajustar cedo. Chegue em 2027 com a casa em ordem.
Envie seus XMLs e veja em minutos o que está certo, o que é risco e quanto você pode estar pagando a mais — bem a tempo do prazo de agosto.
Começar agora — é grátis